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XVII CBAS: Assim Começa Nossa Jornada

Ao lançarmos este site iniciamos a jornada rumo ao XVII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais! Por aqui, vamos dialogar e informar à categoria sobre os trajetos e percursos desta nossa viagem.

Como toda viagem, temos data para embarcar. O XVII CBAS ocorrerá de 11 a 13 de outubro de 2022.

Esse trajeto tem história, tem força, tem legado e tem projeto na construção de estratégias coletivas de reafirmação dos compromissos do Serviço Social com uma agenda profissional que é parte das demandas de trabalhadoras (es), tendo como horizonte uma sociedade emancipada e livre de todas as formas de exploração e opressão. Este compromisso definiu o tema central Crise do capital e exploração do trabalho em momento pandêmico: repercussões no Brasil e na América Latina.

Buscamos inspiração na música de Elza Soares, mulher negra que é um símbolo de resistência e coragem, além de expressar uma poesia engajada intelectualmente no campo da crítica social, com a qual nos identificamos; o mote criativo vem da música “O que se cala”, composta por Douglas Germano e interpretado pela cantora, falecida em 20 de janeiro de 2022 e aqui nossa “femenagem”. A frase escolhida “Minha voz, uso pra dizer o que se cala” resume o momento do Congresso, na sua busca de integração, diálogo entre diferentes, da multiplicidade de vozes, do necessário falar o que não se quer escutar. 

Mil nações moldaram minha cara
Minha voz uso pra dizer o que se cala
Ser feliz no vão, no triz, é força que me embala
O meu país é meu lugar de fala
Pra que separar?
Pra que desunir?
Pra que só gritar?
Por que nunca ouvir?
Pra que enganar?
Pra que reprimir?
Por que humilhar e tanto mentir?

Embalados por estes versos tão potentes, convidamos colegas assistentes sociais e estudantes a embarcarem conosco nesta viagem.


CBAS GRATUITO

No “ano da graça” de 2022 acontecerá o XVII CBAS nas nuvens, numa cidade indefinida, mas não improvável. Vem numa barca de grandes desafios, de rumos incertos e mares revoltos. Num cenário conturbado, onde ainda perdura uma pandemia, no Brasil e no mundo, as Entidades do Serviço Social tomaram a difícil decisão: o XVII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais será remoto! Que novidade é esta?

A decisão não foi fácil, mas foi necessário fazer a escolha entre realizar o XVII CBAS de forma on-line, ou não realizar este ano. Sabemos que o formato virtual tem suas limitações e que não substitui plenamente o encontro presencial. Mas, em nome do compromisso com a história da categoria profissional, as entidades promotoras, inspiradas no “Congresso da Virada” de 1979, símbolo da força e da capacidade organizativa e dos compromissos com uma agenda de lutas, escolhemos manter a série histórica dos congressos trienais. O CBAS constitui-se num importante espaço de diálogo, reflexão, interlocução e organização coletiva de assistentes sociais, portanto, não poderia não acontecer.

Estamos no século XXI, após 2 anos de isolamento físico e de descobertas de novos formatos de convivência e contatos, que certamente mudaram a nossa sociabilidade. Diante da crise sanitária com a pandemia da Covid-19, não seria responsável ou coerente da nossa parte optar por promover um evento de massas neste cenário. Não teríamos como garantir a segurança ou a saúde coletiva de todas as pessoas participantes. Apesar de haver o sentimento de que está sob controle a disseminação do contágio pelo vírus sars cov-2, quando muitos estados e municípios já decretaram o fim de restrições a eventos e aglomerações ou obrigatoriedade de uso de máscaras, não é verdade que se possa considerar o fim da pandemia.

As normas sanitárias dos órgãos mundiais de saúde, assim como recomendações de infectologistas e epidemiologistas sérios e estudiosos, exigem ainda distanciamento, regras para acomodação das pessoas em locais fechados, controle da vacinação, testes e uso de máscaras e mais rigor na higiene das mãos, o que modificaria a condição da realização do CBAS em formato presencial. Se a escolha fosse esta, haveria muitas outras dificuldades: aumentaria o custo com locais apropriados para as condições exigidas, teria que haver limitação de público, redobrado controle de segurança e ainda, os elevados custos individuais com viagens e hospedagens, haja vista como tem se comportado as companhias aéreas no atual contexto. Tudo isto cercado de inseguranças, quanto ao que vem pela frente e mesmo para a movimentação da comissão organizadora na etapa em que estamos da produção do evento.

Ora, o nosso compromisso é por ampliar e democratizar ainda mais a participação da categoria, ampliar a presença nos debates imprescindíveis à profissão na atual quadra histórica, na conjuntura de acirramento das desigualdades sociais, agravada em nosso país pela condução neoliberal e antidemocrática de gestão e execução das políticas públicas, com perdas de direitos sociais, trabalhistas, previdenciários e tantas violações de direitos humanos e acirramento da questão social.

Se já não sofremos com o uso das tecnologias de comunicação e informação, tendo aprendido a usá-las a nosso favor, sabemos que não é momento de silenciar, como nos diz Elza Soares: minha voz eu uso pra dizer o que se cala! * É hora de afirmar as nossas posições críticas e progressistas; que possamos recriar no formato, sem perder no conteúdo de afirmação de um projeto social. Então, os esforços e empenhos se voltaram para garantir espaços de diálogos, as trocas de ideias e experiências e reflexões produzidas pela categoria profissional sobre o Serviço Social e através dele, sobre as questões que afetam a humanidade, em defesa da construção de uma sociedade livre e emancipada. A modalidade não deve ser o limite.

Assim, os ganhos serão outros, como a GRATUIDADE das inscrições, tão almejada e pela primeira vez possível; permitir a ampliação da participação, com a abertura a um público não inscrito, com acesso através de redes sociais. A solução encontrada foi enxugar na estrutura, para não ficar cansativo e caber num orçamento compatível com a nossa condição financeira. Apostamos em nossa capacidade criativa infindável e seguimos reafirmando a centralidade da dimensão humana nos processos sociais e da nossa necessidade de contatos e abraços. Teremos que ser estratégicas, fazendo, excepcionalmente, uma “viagem” diferente e segura.

Os encontros prazerosos, profissionais e políticos, podem acontecer, pois, não precisam de controle e devem ser reinventados. Se as condições sanitárias estiverem garantidas, mantendo os cuidados com a saúde e considerando as diversidades regionais, muitas alternativas podem ser construídas como: encontros de grupos e coletivos para fazer debates prévios e preparatórios para o XVII CBAS; organização de grupos nos espaços de Cress, Universidades, locais de trabalho para assistirem e debaterem as palestras ao vivo ou nas gravações; instalação de telão em algum espaço aberto para transmissão simultânea das palestras, para um grupo mais amplo nos estados. Aliando reencontro e reflexão, é possível assistir coletivamente as sessões temáticas do XVII CBAS, aproveitando o embalo para debater as ideias suscitadas por palestrantes ou até mesmo para articular espaços organizativos, instigadas pelos debates. Ou tudo o mais que o “livre criar” for capaz de inventar para se (re)encontrar.

A viagem começa neste percurso eletrônico, de visitação frequente ao site, para receber notícias, sugestões, recomendações, as novidades sobre lançamento de livros, artes, artesanatos; contatos com autoras(es), bate-papos entre profissionais, intercâmbios internacionais, trocas e informações. Esperamos a inscrição de muitos artigos, relatos de experiências exitosas e inovadoras, como cabe num congresso de profissionais. Queremos conhecer mais gente, suas ideias e pesquisas. Entre nesta barca e venha conosco enfrentar os tantos desafios, reafirmando uma história que nos é cara e só depende de nós dar continuidade. Em breve falaremos da programação e das regras de inscrição.

Temos certeza que tudo será leve, cuidadoso e até divertida essa conexão contínua de uma corrente profissional, de reafirmação de valores, princípios e compromissos ético-políticos. É a nossa aposta e o nosso convite. Ainda que num formato inovador, pelo que outras gerações nos ensinaram, teremos sempre como horizonte a construção de uma sociedade emancipada e livre de todas as formas de exploração e opressão. Apostamos que deste XVII CBAS sairemos mais potentes, mobilizadas e organizadas para “inflamar nossa práxis da resistência”. Esperamos adesão à proposta, sabendo que assistentes sociais não fogem à luta e estarão sempre presentes, para responder aos desafios de seu tempo, construindo e reconstruindo a história do Serviço Social.


Música “O Que Se Cala”, composta por Douglas Germano e interpretada pela cantora Elza Soares

Visitem regularmente este espaço para ter informações sobre inscrições de trabalhos, programação completa e formatos de participação. Esperamos vocês!

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